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5 - V. Horowitz

Novembro/5
aniversário da morte de
Vladimir Horowitz
(1903-1989)
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MÚSICA (4min07)
* Mazurka, Op. 17, nº 4, em Lá menor
Fryderic Chopin
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Faz hoje anos que morreu o “gigante” do piano que foi Vladimir Horowitz. Os amantes da música lembram-se de o ver (principalmente através da televisão) fazer do piano um instrumento sublime, já com os seus bonitos oitenta e muitos anos de idade. Os braços caindo à vontade, as mãos deixando repousar os pulsos baixos, os dedos parecendo elásticos saltando nas teclas do piano.
Sempre muito tranquilo, de rosto imperturbável, ninguém diria o pavor que ele sentia ao subir a um palco. Tanto, que várias vezes se retirou da carreira de concertista em público. Passava anos sem aparecer às plateias… e diz-se que algumas vezes, na hora de entrar no palco, tiveram de o empurrar. Como quase todos os espíritos geniais, era modesto e muito exigente consigo mesmo
Diziam alguns que o estilo de Horowitz era demasiado livre, que não respeitava a linha original dos compositores que interpretava. Mas Horowitz era, ao piano, simplesmente… Horowitz. O que saía das suas mãos era a sua leitura das partituras.
Com a mesma personalidade com que, para as mais diversas e difíceis obras, fez espectaculares transcrições e escreveu variações notáveis. Diz-se que as suas transcrições das Rapsódias Húngaras, de Liszt, só ele próprio foi capaz de as tocar.
E, a par das incomparáveis Variações sobre “Carmen” Horowitz fez muito mais de inesquecível e único: a marcha “The Stars and Stripes Forever”, de John Philip Sousa. E os grandes Schumann, Scriabin, Schubert. E Chopin ...
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Chopin – Polonaise “Heróica” ----------------- Schumann – Traumerei --------------------- Bizet/Horowitz -Fantasia Carmen
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