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Karajan interpreta Brahms

16.Jul.2007

JOHANNES BRAHMS
por
Herbert von Karajan
(1908-1989)
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Faz hoje precisamente 18 anos, no dia 16.Jul.1989 portanto, o New York Times dizia na sua 1ª página: “Morreu o maior de todos os maestros”.

Herbert von Karajan tornou-se, com efeito, num ícone da direcção de orquestras. Regeu durante 60 anos, 35 dos quais à frente da orquestra que, com ele, mais prestígio granjeou entre todas: a Filarmónica de Berlim.
Tido (talvez por isso) como “o mais alemão” dos maestros, Karajan era austríaco. Nasceu e viria a morrer na bela cidade de Salzburgo, precisamente a mesma em que dois séculos antes tinha nascido Mozart. A associação da sua pessoa aos alemães vem do seu carácter e da ligação com a grande orquestra de Berlim.
E não só: Karajan ficou igualmente célebre – mas pela negativa – por ter sido simpatizante do partido nazi. Claro que isso lhe valeu antipatias, severas críticas e atitudes de músicos como os grandes violinistas Isaac Stern e Itzhak Perlman, que se recusaram terminantemente a gravar com ele.
Herbert von Karajan é muitas vezes indicado como o grande intérprete de Beethoven – e a verdade é que merece essa honrosa referência. Mas, embora tenha sido criticado por desprezar praticamente todos os criadores de após 1945, interpretou muitos outros compositores.
É o caso de Johannes Brahms, o prodigioso compositor de quem disseram ser o legítimo sucessor do grande Beethoven – e que puxou pelo orgulho alemão a ponto de na Alemanha se dizer que a grande Música assenta em 3 fundamentais pilares começados pela letra “B”: Bach, Beethoven e Brahms.

3º andamento do Concerto em Ré Maior para Violino e Orquestra, op. 77, de Johannes Brahms.
Orquestra Filarmónica de Berlim / violinista Anne-Sophie Mutter / Herbert von Karajan.

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AMANHÃ
Billie Holiday - Let's call the whole thing off
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