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Mozart - Clarinete K.622

17.Abr.2007
Concerto para Clarinete e Orquestra, Op.622
Wolfgang Amadeus Mozart


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* clarinetista Luca Lucchetta / Orquestra de Pádua e Veneza

Mais uma vez falamos de Mozart – o “menino prodígio” que passou a infância a tocar nas cortes europeias do século XVIII (Lembremos que viveu apenas 35 anos, entre 1756 e 1791, tendo-se comemorado no ano passado os 250 anos do seu nascimento).

Nascido na bela cidade austríaco de Salzburgo, Mozart rompeu com o seu detestado patrão, o arcebispo de Salzburgo, quando tinha 25 anos. Encontrou então em Viena o reconhecimento pelo seu talento, mas também a incompreensão, a inveja e a intriga dos seus colegas (entre os quais o compositor da corte, Antonio Salieri).

Amava o luxo e a elegância mas era incapaz de se governar e teve de mendigar ajuda, por vezes através de cartas humilhantes aos amigos a quem pedia apoio, por causa das dívidas de jogo. Ainda hoje se faz fé na notícia de que, quando morreu, num dia de chuva copiosa, Mozart teve um funeral acompanhado apenas pelo padre e por um cão.

A verdade é que Mozart, mais do que qualquer outra figura da História da Música, teve após a morte a sua imagem banalizada e diabolizada pelo público.

A ilusão do ser animado e travesso, filho dilecto dos deuses, suscitou a imagem do adolescente eternamente alegre; por outro lado, os enigmas em torno da sua morte prematura deram origem a sombrias interpretações, designadamente a de ter sido envenenado por rivais italianos.
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