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Verdi - Nabuco

7.Mar.2007

Va', pensiero, sull'ali dorate
(Nabuco)
Giuseppe Verdi
(1813-1901)
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MÚSICA
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Giuseppe Fortunino Francesco Verdi
(Roncole, 10.Out.1813 — Milão, 27.Jan.1901)
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Falamos de um génio, um homem exemplar. Filho de um taberneiro na Itália aristocrática; que não deixaram entrar na escola, apesar do seu enorme talento; que aos 27 anos perdeu de repente a mulher e os filhos e decidiu deixar a música.
Celebramos hoje Giuseppe Verdi, compositor e patriota muito querido dos italianos, que teve uma vida cheia de sucessos, mas também recheada de dissabores.
Logo aos 18 anos, foi impedido de ingressar no Conservatório de Milão – não por falta de talento, mas por excesso de idade. Teve de regressar à sua pequena cidade e trabalhar como mestre de capela e maestro de banda – mas receberam-no com inveja e hostilidade… e voltou para Milão.
Em 1840, quando tinha 27 anos, perdeu de seguida os dois filhos e a jovem esposa, ao mesmo tempo que a sua segunda ópera era um fracasso. Prometeu que nunca mais comporia – e só o Director do Teatro Alla Scala o conseguiu demover.
E em boa hora: Verdi compôs então a ópera Nabuco. A ária "Va, pensiero sull' ali dorate" foi considerada um símbolo nacional pelos italianos, que estavam sob repressão de austríacos e franceses e, por isso, se reviam no famoso Coro dos Escravos.
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Va', pensiero, sull'ali dorate.
Va', ti posa sui clivi, sui coll,
ove olezzano tepide e molli
l'aure dolci del suolo natal!
Del Giordano le rive saluta,
di Sionne le torri atterrate.
O mia Patria, sì bella e perduta!
O membranza sì cara e fatal!
Arpa d'or dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?
Le memorie del petto riaccendi,
ci favella del tempo che fu!
O simile di Solima ai fati,
traggi un suono di crudo lamento;
o t'ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù
che ne infonda al patire virtù
al patire virtù!
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