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1 - Scott Joplin

Abril/1
aniversário da morte de
Scott Joplin
(1868-1917)


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Erudito ou popular, popular e erudito – o “rei” do ragtime.
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.O ragtime é um estilo musical de ritmo sincopado, baseado em esquemas de frases que se repetem. Teve bastante expressão entre os anos 1900 e 1920, principalmente. As músicas fizeram grande sucesso entre os Saloons, Bailes e bandas sonoras de filmes do chamado cinema-mudo.
“The Entertainer” é a peça mais conhecida, tocada e retocada de todos os ragtimes. O seu compositor é de entre todos, o maior, o “rei” incontestado do ragtime: Scott Joplin.
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[The Entertainer]
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Mas “The Entertainer” não é o único hit de Scott Joplin. Propondo-se criar nos E.U.A. uma música de raiz popular para a qual desejava um estatuto semelhante ao da música que provinha da Europa (inclusivamente com a possibilidade de incluir óperas e sinfonias), Joplin combinou as tradições da música folk afro-americana com o romantismo europeu do séc. XIX. O resultado, que agradou aos amantes da folk music, do jazz, do swing e da música erudita, foi o chamado ragtime clássico.
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[Maple Leaf Rag]
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Scott Joplin nasceu em Linden, no Texas, em 1868 e viveu até 1917. Quando tinha 14 anos, a mãe adquiriu um piano – e ele, demonstrando grande habilidade para o instrumento, recebeu aulas gratuitas de uma professora alemã, que lhe incutiu o gosto pela música clássica.
Mas num belo dia de 1893, na Feira Mundial de Chicago, ele ouviu a música mais recente, incluindo a banda orquestral de John Philip Sousa. Talvez tenha sido esse o dia em que “decidiu” que entre música popular e música erudita não havia necessariamente divergência. Depois disso, reforçou os seus estudos de teoria musical, harmonia e composição. Anos depois, vendiam-se em grande escala os seus discos de marchas, valsas e… ragtimes.
Pelo menos no ragtime, foi um virtuoso pianista. Um jornal americano da época chegou mesmo a qualificá-lo como “o melhor pianista do mundo”.
Mas a principal razão por que viria a receber, a título póstumo, o Prémio Pulitzer e tem hoje uma estrela no Passeio da Fama de St. Louis, foi – é claro – a mestria das composições que deixou escritas.

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